As exposições alimentares pré-natais e no início da vida são fatores potencialmente modificáveis que podem influenciar o desenvolvimento da asma nas crianças. Neste grande estudo, com coorte diversificado do ponto de vista sócio-económico e racial/étnica, incluindo mais de 2000 díades mãe-filho, foram encontrados evidências que apontam para associações protetoras entre a duração mais longa da amamentação exclusiva e os outcomes da asma infantil. Estas associações robustas mantiveram-se mesmo após ajustamento para muitos fatores de confundimento. Por contraste, a duração de amamentação, que incluía díades com amamentação parcial ou exclusiva, não foi fortemente associada ao desenvolvimento subsequente de sibilos ou asma.
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