Entrevistas
No âmbito do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, Magda Carneiro Sampaio, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), destacou a evolução do conhecimento sobre os erros inatos da imunidade, a nova designação para as imunodeficiências primárias. Assista à entrevista.
“Redefinir Trajetórias: O Impacto da Intervenção Precoce na Inflamação Tipo 2 na Marcha Alérgica” foi o tema de uma das sessões do programa do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), que decorreu de 29 a 31 de maio. Entre as oradoras da sessão, que contou com o apoio da Sanofi, esteve Leonor Ramos, especialista em Dermato-Venereologia na Unidade Local de Saúde de Coimbra, que falou com a News Farma sobre a temática abordada. Assista ao vídeo.
“O impacto da asma grave é muito significativo”, começou por salientar Carla Loureiro em declarações à News Farma. Foi com estas palavras que a pediatra da Unidade Local de Saúde de Coimbra, que se dedica à Alergologia Pediátrica, abordou a temática que esteve na base da intervenção que realizou na sessão “Redefinir Trajetórias: O Impacto da Intervenção Precoce na Inflamação Tipo 2 na Marcha Alérgica”, que fez parte do programa do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP). O Encontro decorreu de 29 a 31 de maio e a sessão contou com o apoio da Sanofi. Assista ao vídeo.
No âmbito do 13.º Congresso da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica, Márcia Quaresma, pediatra da ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro, referiu que: "a prevalência [das doenças alérgicas] tem vindo a aumentar muito e hoje sabe-se que os fatores ambientais, sobretudo aqueles que ocorrem numa fase muito precoce da vida, levam a alterações epigenéticas que vão alterar o eixo padrão da normalidade, levando à doença alérgica", explicou a especialista. Assista à entrevista.
João Marcelino, imunoalergologista na ULS Arrábida, a propósito da sua intervenção no Fórum de Angioedema e Urticária em Portugal, destacou a importância da abordagem multidisciplinar na gestão da urticária, devido ao seu “componente psicossocial muito significativo", em que o stress e a ansiedade não só agravam a doença, como também são consequência dela. Assista à entrevista.
No âmbito do Fórum de Angioedema e Urticária em Portugal, a dermatologista Margarida Gonçalo, da ULS Coimbra, sublinhou a importância da participação ativa dos doentes na monitorização da urticária. “É importante motivar os doentes para preencher os patient-reported outcomes (PROs), porque de certa forma, os doentes sentem-se envolvidos no seguimento da sua urticária”, afirmou, destacando que estas ferramentas também permitem aos médicos avaliar e quantificar melhor a gravidade da doença e a resposta ao tratamento. Assista à entrevista.
No Fórum de Angioedema e Urticária em Portugal, João Marcelino, imunoalergologista na ULS Arrábida, destacou o futuro promissor no tratamento da urticária, especialmente com os avanços nos imunomoduladores. Segundo o especialista, "o futuro é muito risonho na urticária", graças aos “novos tratamentos que nos vão permitir colmatar bastantes falhas que temos no controlo de alguns doentes”. Assista à entrevista.
Na sua intervenção na 14.ª Reunião de Imunoalergologia, João Queiroz e Melo, membro do Conselho Português para a Saúde e Ambiente, alertou para o impacto ambiental expressivo dos cuidados de saúde, afirmando que “os cuidados de saúde são responsáveis por cerca de 5% do impacto total no ambiente”. Assista à entrevista.
No âmbito da 14.ª Reunião de Imunoalergologia, Ana Romeira, imunoalergologista na ULS São João, centrou a sua intervenção na urticária crónica, uma patologia que, segundo referiu, “atinge 0,5 até 3% da população”, sendo que “80% destes doentes têm urticária crónica espontânea”. Assista às declarações.
Paula Pinto, presidente da 14.ª Reunião de Imunoalergologia, fez um balanço "muito positivo" do evento, que se centrou na "abordagem e gestão da doença alérgica no mundo atual". A reunião contou com "mais de 100 participantes interessados nesta temática". Durante as sessões dedicadas às doenças alérgicas cutâneas e respiratórias, foi destacada a tendência para "evoluir para uma terapêutica mais personalizada", ainda que persista o desafio da identificação de biomarcadores que permitam tratamentos individualizados. Assista às declarações.



