O aumento da incidência mundial de alergias alimentares tem motivado a realização de estudos de intervenção no âmbito da prevenção primária. Estes estudos têm sido efetuados, particularmente em crianças com risco atópico, com o objetivo principal de estabelecer recomendações que permitam intervir precocemente, prevenindo o desenvolvimento de alergia alimentar que afeta até uma em cada cinco pessoas. Embora raramente fatais, as alergias podem afetar o crescimento, desenvolvimento e qualidade de vida das crianças, além de estarem associadas a custos pesados de saúde e utilização de recursos.
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