Entrevistas
“O doente não ter a hipótese de escolher qual vai fazer, porque o faz numa mesma cápsula inalada todos os dias, é um fator de vantagem.” Quem o afirma é Manuel Branco Ferreira, especialista em imunoalergologia na ULS de Santa Maria. Assista à entrevista em que o especialista considera que a terapêutica tripla fixa é a opção mais segura não só para o doente como também para o médico que o acompanha.
Aumento da probabilidade de adesão é o principal objetivo dos profissionais de saúde aquando da terapêutica e João Gaspar Marques, imunoalergologista na ULS de São José, defende que “essa estratégia simplifica a vida do doente” e melhora o controlo da doença. Veja a entrevista.
“O meu profundo agradecimento à minha direção, que confiou em mim, e aos sócios da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC) e aos nossos parceiros por estarem presentes e, finalmente, à população. Podem sempre contar com a SPAIC, com a sua excelência e com a sua vontade de estar próxima para melhorar a abordagem a estas doenças.” Palavras de Ana Morête, presidente da SPAIC, sobre o balanço da Feira da Alergia, que decorreu a 29 e 30 de junho, no Mercado Manuel Firmino, em Aveiro. A especialista destaca que foram “dois dias intensos, em que a Imunoalergologia, enquanto especialidade, saiu muito reforçada”, com foco na consciencialização da população. Veja o balanço, considerado “muito positivo”.
“A terapêutica tripla tem um papel muito importante no tratamento da asma”, reflete João Gaspar Marques, imunoalergologista na ULS de São José, sobre o momento para se avançar com terapêutica tripla nos doentes. Em entrevista, destaca que é “uma mais-valia” nos doentes que não estão adequadamente controlados com terapêutica dupla em dose alta, em doentes muito sintomáticos ou em doentes com uma asma grave ou difícil de controlar”. Veja o vídeo.
Como fazer prevalecer a importância do step-up para terapêutica tripla fixa neste tipo de doentes? Esta foi a questão feita a Manuel Branco Ferreira, imunoalergologista na ULS de Santa Maria, para a qual responde que, para este caso, o indicado é “a educação dos médicos e dos profissionais que seguem estes doentes”. Veja a entrevista.
Focada em avaliar as principais urgências em Alergologia, Raquel Calisto, da ULS de Matosinhos, integrou o painel da sessão “No interior da urgência: como lidar com os grandes desafios clínicos”, durante o 30.º Congresso Nacional de Medicina Interna. A especialista abordou as principais estratégias para identificar corretamente uma situação crítica e atuar o mais rapidamente possível. “Já vi, durante a minha prática clínica, abordagens erradas perante um doente com anafilaxia por vários motivos. Estamos perante um doente que tem uma reação alérgica grave que lhe pode pôr em risco a vida se não atuarmos rapidamente”. Assista à entrevista.
“A maior eficácia da associação numa única inalação relaciona-se com a maior adesão a uma terapêutica única do que a várias terapêuticas.” Palavras de Manuel Branco Ferreira, especialista de Imunoalergologia na ULS de Santa Maria, em entrevista sobre a aceitação do inalador pelo doente para o controlo da asma. Veja o vídeo.
“Pretendemos lançar algumas reflexões sobre a evolução do homem e da sua ação a nível da natureza e as implicações que tem na saúde humana e nas doenças alérgicas em Portugal”. Palavras de Libério Ribeiro, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia Pediátrica (SPAP), no âmbito do 12.º Congresso, que decorre já de 23 a 25 de maio, no Hotel Meliá Ria, em Aveiro. Em entrevista, o especialista destaca os principais highlights do programa científico e social, que prometem trazer as mais recentes novidades da área.
“Quando temos um doente que percebemos que não está adequadamente controlado com uma terapêutica dupla, é um doente que, de alguma maneira, deve ser candidato a uma terapêutica tripla para ter a sua asma bem controlada e impedir o risco futuro.” Palavras de João Gaspar Marques, imunoalergologista na ULS de São José, destacando que a perda de função pulmonar é um risco futuro relevante. Veja a entrevista.
A propósito dos mais recentes resultados do estudo EPI-ASTHMA, Ana Morête, presidente da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), refere que, tendo em conta aquela que é a própria experiência clínica, “a maioria das pessoas com asma recusa-se a caber em caixas organizadas ou a comportar-se da maneira lógica ou racional esperada, pelo que a abordagem comportamental e a comunicação médico-doente são fundamentais no sucesso de qualquer intervenção na área de saúde”. Leia a entrevista.



